POP… OR NOT!


Revolucionando a dança
setembro 12, 2008, 7:07 pm
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Incrivelmente sem tempo pra postar aqui, então desta vez deixo-os apenas com um vídeo do jogo que inspirou o novo banner: Dance Dance Revolution, o jogo dançante da Konami!

O garoto do vídeo tem apenas 5 anos e já consegue dançar desse jeito! Verdadeiro Feet Of Flames (Michael Flatley que se cuide hahaha)!

E não se preocupem, isso aqui está com algumas moscas, mas não abandonado! Em breve devo postar mais peculiaridades deste mundo pra vocês =).

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Mais do Mesmo #1
agosto 24, 2008, 2:20 pm
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Wow! Faz um certo tempo que não posto aqui, devido à volta às aulas e outros pequenos contratempos. Mas cá estou eu novamente!

Hoje eu vou inaugurar uma nova “sessão” do blog: Mais do Mesmo. Há tantas pessoas, tantos lugares, tantos assuntos diferentes no mundo todo… mas parece que isso não importa, pois o legal mesmo é fazer igual!
Postarei eventualmente sob este título quando houver alguma música, filme, livro ou qualquer outra coisa que lembre ou seja idêntica a outra.

Bom, mas vamos ao que interessa. Vocês se lembram da música que tocou na vitória de Michael Phelps nestas Olimpíadas? Se não, deixem que eu vos refresco a memória:

Inusitado? Talvez nem tanto, considerando que essa música faz sucesso o suficiente para que um grupo de Taiwan a regrave em mandarim! Duvida? Pois escute com atenção:

O grupo em questão é o i.n.g (as iniciais de Ida, Nara e Gillian). As três garotas fazem nada mais do que um sucesso moderado na Ásia, ficando bem atrás de suas “concorrentes” do S.H.E, outro grupo de três garotas taiwanesas que é muito mais famoso. E por falar nisso, a imprensa de Taiwan vivia comparando os dois grupos, dizendo que as i.n.g queriam copiar as S.H.E, o que era sempre negado por elas. Porém, quando Ida, Nara e Gillian foram questionadas sobre a Xuxa, elas responderam sem pestanejar: “Ah, a Xuxa sim!”. Ou seja, elas não querem ser comparadas a um grupo de sucesso, mas com a Xuxa tudo bem! Vai entender…

Bem, o “Ilariê em chinês”, lançado em 2006, só tem a melodia em comum com a versão tupiniquim. Ao invés de “dar o seu alô”, as garotas do Oriente cantam sobre ser saudável e praticar exercícios. O nome da versão delas é Jian Jian Mei (健健美) que significa “saudável” (por isso o jogo de beisebol durante o clipe).

Espero que tenham gostado ou, ao menos, tenham achado divertida esta versão.
Com certeza dá pra ter boas doses de vergonha alheia com isso!



Spinning Bird Kick!
agosto 7, 2008, 4:00 pm
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A China está em alta. Além das Olimpíadas, cuja abertura será amanhã, dia 8/08/2008 às 8:08h da manhã (chineses paranóicos…), e do terceiro filme da franquia A Múmia, um outro longa virá em breve, este se tratando da chinesinha mais famosa do mundo, a adorada Chun-Li.

O longa se chamará Street Fighter: A Lenda de Chun-Li, ou seja, a trama central girará em torno da lutadora. Kristin Kreuk viverá a personagem principal e outros personagens da série já foram confirmados como Balrog (Michael Clarke Duncan), Vega (Taboo, do grupo Black Eyed Peas) e Charlie (Chris Klein). Segundo o roteirista Justin Marks, o foco aqui é na história e não tanto nas roupas coloridas ou nas lutas e poderes fantásticos. Devo dizer que acho isso um alívio (vide o fiasco do filme de 1994, com Jean-Claude Van Damme no papel de Guile e Kylie Minogue como Cammy). Street Fighter tem um universo imenso que envolve várias histórias interesantes, seria um erro destruir tudo isso para colocar cosplays em cena agindo como o video-game. De qualquer forma, tenho esperanças para este filme, acredito que ele vai conseguir ser tudo o que o seu predecessor não foi.

O filme está previsto para o dia 27 de Fevereiro de 2009 nos Estados Unidos, mas já é possível conferir algumas fotos* da produção:

Lembrando que Street Fighter IV tem lançamento previsto nos arcades para ainda esse ano!

*nota: fotos retiradas do site Herói.



Berenice, segura!
agosto 4, 2008, 3:19 pm
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“Um sol belo, azul…”

“Era verão. Dia dezenuóve de dezemprr.”

“…Um fusquinha que tem que empurrar”

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Há certas coisas que dispensam comentários! Este vídeo já tem certo tempo, mas vale uma checada se você ainda não viu.



7 coisas

Se você pensou que eu estava aqui para falar do novo single de Miley Cyrus (a enjoada Hannah Montana), se enganou. O sete no caso é outro. Se trata de NANA (ナナ).


NANA é uma série de mangás de muito sucesso, tanto que já ganhou adaptações para as telonas (2005 e 2006) e em anime (2006 e 2007). Em junho, a editora JBC anunciou que lançará o mangá por aqui, mas ainda sem uma data definida.

Bem, a essa altura você deve estar se perguntando: “Legal, mas o que tem a ver o sete?”. Pois bem, acontece que nana, em japonês, é sete! E é claro que isso é bem explorado durante toda a série.
Aliás, já é hora de darmos uma geral na trama!

Tudo gira em torno de duas mulheres que dividem o mesmo nome (eu realmente preciso dizer qual é?). Nana Oosaki (大崎 ナナ) é vocalista da banda punk BLACK STONES (BlaSt) e não vê a hora de estrear para deixar os sentimentos pelo ex-namorado, Ren Honjou (本城蓮), para trás. Os dois viviam juntos e tocavam na mesma banda, porém Ren recebeu a oferta de entrar para a TRAPNEST (T-nest), uma banda de grande sucesso, e para isso teria de se mudar para Tóquio, assim, deixando Nana.
Enquanto isso, em outra cidadezinha, Nana Komatsu vive quase que tranqüilamente, não fosse o fato de seu amigos e namorado terem se mudado para Tóquio. Por isso, ela junta dinheiro para poder viajar a Tóquio e se juntar a eles.
Komatsu é incrivelmente submissa e se apaixona facilmente por qualquer homem bonito e que a trate bem.
Eis que quando Komatsu consegue o dinheiro necessário e embarca no trem para sua viagem, ela se senta ao lado de ninguém mais ninguém menos que Nana Oosaki e descobre rapidamente que as duas têm o mesmo nome. Depois de várias outras coincidências, as duas acabam morando juntas e, mesmo com a diferença de gênios, as duas desenvolvem um amor muito grande uma pela outra. NANA foi escrita por Ai Yazawa (
矢沢あい ) e é publicada na revista Cookie japonesa.

Bem, considerando que a personagem principal tem uma banda, a música é um fator muito presente na série. Para as adaptações (tanto em live-action como a animada), foram chamadas cantoras famosas para dar voz às vocalistas das bandas BLACK STONES e TRAPNEST, Nana e Reira, respectivamente. Veja abaixo um pouco de cada uma:

MIKA NAKASHIMA (中島美嘉)
Ela viveu Nana Oosaki no cinema e fez muito sucesso com a música GLAMOROUS SKY no primeiro filme, escrita pela própria Ai Yazawa e composta por HYDE, vocalista da banda L’arc~en~ciel. O single vendeu mais de 440.000 cópias só em 2005. No segundo filme, a música principal foi Hitoiro (一色; uma cor), uma balada, que também foi um grande sucesso. No final de 2006, Mika lançou um álbum chamado THE END reunindo todas as músicas que fez para o filme. Para os lançamentos de NANA, ela usava o nome NANA starring MIKA NAKASHIMA.

YUNA ITO (伊藤 由奈)
Yuna deu vida à Reira Serizawa, também nos dois filmes. Sua principal música sob o nome de REIRA starring YUNA ITO é ENDLESS STORY, uma versão em japonês do hit
If I’m Not in Love de Jody Watley. O single, na época, vendeu quase tanto quanto GLAMOROUS SKY. No segundo filme, a música escolhida foi Truth, outra agradável balada. Apesar de ainda ser um sucesso, este último single não alcançou o mesmo patamar dos anteriores.

ANNA TSUCHIYA (土屋アンナ)
No anime, Anna era Nana, sob o nome de ANNA TSUCHIYA inspi’ NANA (BLACK STONES). As músicas da série animada, no geral, não atingiram o mesmo sucesso das canções dos filmes, mas ainda assim agradaram bastante o público. Entre as músicas de Anna, podemos citar rose e LUCY, duas músicas de rock bem pra cima que foram usadas como abertura para o anime. Kuroi Namida (黒い涙; lágrimas negras), uma linda power-ballad, foi a trilha para um dos encerramentos. No início de 2007, foi lançado um álbum reunindo essas e outras músicas inspiradas por NANA.

OLIVIA
Apesar de não ser tão conhecida quanto as outras cantoras, OLIVIA foi escolhida para cantar para o TRAPNEST, sob o nome OLIVIA inspi’ REIRA (TRAPNEST). Seu primeiro single sob esse nome, a little pain, ajudou a torná-la mais conhecida e a conquistar mais fãs pelo mundo todo. Vale ressaltar que essa música possui o mesmo refrão de Just Missed The Train, sucesso dos anos 90 pela cantora norueguesa Trine Rein, porém, nenhum crédito é dado aos compositores originais. Outras músicas que OLIVIA gravou para a série incluem Wish e Recorded Butterflies. Assim como Anna, no início de 2007 um álbum com essas e outras canções do anime foi lançado.

Um pouco antes do final do anime, foi lançada uma compilação especial chamada NANA BEST, que juntava as músicas de ANNA TSUCHIYA inspi’ NANA (BLACK STONES) e OLIVIA inspi’ REIRA (TRAPNEST) e ainda possuía algumas inéditas.

Nota: Lembrando que no anime, Anna e OLIVIA não dublavam os personagens, cediam a voz apenas quando elas cantavam.

NANA com certeza é recomendado para aqueles que gostam de uma história leve, divertida e com muita música!



Um anjo que toca piano
julho 14, 2008, 2:40 pm
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Um dos sons que considero mais belos e sonoros é o do piano. Melhor ainda se acompanhado de uma bela voz, como a de Angela Aki.

A cantora nasceu em Shikoku, no Japão e é mestiça (parte japonesa e parte ítalo-americana). Segundo seus pais, ela sempre foi uma criança muito musical e com três anos de idade já tinha aulas de piano clássico, que seriam seguidas de violino, guitarra e bateria anos mais tarde. Aos 15 anos, Aki se mudou para o Hawaii, onde fez o ensino médio e depois para Washington onde fez a faculdade. Foi nesse período que ela decidiu que se tornaria cantora e compositora, inspirada por um show da Sarah McLachlan que havia assistido. Após um período tocando em bares e cafes, ela lançou um álbum entitulado These Words cantado todo em inglês, com a ajuda do produtor Tony Alany, que mais tarde se tornaria seu marido. Enquanto em território americano, Angela abriu shows como os de Ricky Martin, Sixpence None the Richer e Judy Collins.

Angela AkiEm 2005, a cantora, já de volta ao Japão e recém-divorciada, lança um EP cantado em japonês (este inclui uma linda versão do sucesso We’re All Alone) que chama a atenção do famoso compositor Nobuo Uematsu, que a convida para cantar a música tema do game Final Fantasy XII, o que seria uma alavanca para sua carreira, considerando a popularidade do jogo. Então em 2006 ela finalmente faz sua estréia major pela Sony, com o single HOME. Este seria apenas o primeiro lançamento de muitos que viriam, incluindo This Love, que foi o terceiro encerramento do famoso anime BLOOD+.

Seu último lançamento foi o álbum TODAY, que chegou ao topo da Oricon (seria como a Billboard do Japão). Porém, previsto para o dia 17 de Setembro deste ano, seu novo single 手紙 (tegami, carta em japonês). A música foi escrita para um coral de jovens estudantes japoneses e fala sobre os sentimentos de insegurança e tristeza dos jovens, ainda mais num país onde falar de sentimentos em público é praticamente proibido. Angela vem apresentando a música em escolas do país e é possível ver a emoção dos estudantes ao ouvir a canção. Na minha opinião, é uma das melhores músicas que já ouvi.

Veja um vídeo de uma das apresentações de Tegami, seguido da tradução (em inglês) da letra.

Dear you,
Who’s reading this letter
Where are you and what are you doing now?

For me who’s 15 years old
There are seeds of worries I can’t tell anyone

If it’s a letter addressed to my future self,
Surely I can confide truly to myself

Now, it seems that I’m about to be defeated and cry
For someone who’s seemingly about to disappear
Whose words should I believe in?
This one-and-only heart has been broken so many times
In the midst of this pain, I live the present

Dear you,
Thank you
I have something to tell the 15-year-old you

If you continue asking what and where you should be going
You’ll be able to see the answer

The rough seas of youth may be tough
But row your boat of dreams on
Towards the shores of tomorrow

Now, please don’t be defeated and please don’t shed a tear
During these times when you’re seemingly about to disappear
Just believe in your own voice
For me as an adult, there are sleepless nights when I’m hurt
But I’m living the bittersweet present

There’s meaning to everything in life
So build your dreams without fear
Keep on believing

Seems like I’m about to be defeated and cry
For someone who’s seemingly about to disappear
Whose words should I believe in?

Please don’t be defeated and please don’t shed a tear
During these times when you’re seemingly about to disappear
Just believe in your own voice

No matter era we’re in
There’s no running away from sorrow
So show your smile, and go on living the present
Go on living the present

Dear you,
Who’s reading this letter
I wish you happiness



Robôs também amam
julho 11, 2008, 2:08 am
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Desde que vi o trailer de WALL•E fiquei interessado em assistir por alguma razão desconhecida (talvez seja o momento fossa que nos propicia ao interesse involuntário por coisas melosas). De qualquer forma, terça-feira não tinha nada pra fazer e resolvi ir ao cinema conferir o filme. Devo dizer que superou minhas expectativas.Preciso de isqueiros dessa marca... duram 700 anos!

A princípio, pensei que seria apenas uma animação infantil bonitinha, com algumas piadas aqui e ali, uma liçãozinha de moral e essas coisas bem Disney. Entretanto ao decorrer do longa, o que pude perceber foi uma história envolvente, ainda com as características Disney, fato, mas também com as medidas certas de drama e comédia no desenrolar da trama.
E por falar na trama, vamos a ela! Por volta do ano 2100, a empresa Buy’n Large é a dominante na economia do planeta. Porém, a produção de produtos descartáveis aumenta a quantidade de lixo não-reciclável no território terrestre, fazendo com que robôs sejam criados para fazer a faxina na Terra, os WALL•E (sigla para Waste Allocation Load Lifter-Earth-Class). O governo, então, providencia um lugar onde a população mundial possa ficar para que o mundo volte a ser um lugar habitável. Toda a raça humana migra para uma espécie de nave espacial chamada Axiom, onde levariam uma vida com direito a toda mordomia high-tech possível até que a Terra voltasse ao normal. 700 anos depois, nosso querido planeta está ainda pior, com pilhas e pilhas de lixo compactadas pelo único WALL•E que restou, enquanto as pessoas continuam vivendo no espaço (com um ganho notável de peso, considerando que agora as máquinas fazem o serviço bruto). O pequeno robozinho, depois de tantos anos em atividade recolhendo objetos humanos, desenvolve uma personalidade. Além de fazer amizade com uma baratinha, ele guarda coisas que julga serem interessantes, como isqueiros, lâmpadas e patinhos de borracha. Mas o seu maior tesouro é uma fita VHS do musical Hello, Dolly!, que assiste dia após dia num videocassete conectado a um iPod (nota pessoal: imagina se desse pra encontrar isso no lixão de Carapicuiba!). As cenas românticas do musical mexem com a imaginação de WALL•E, despertando nele o desejo de um encontro amoroso, porém o coitado vive solitário na imensidão do planeta. Até que, no que parecia ser um dia normal, uma nave aterrisa perto do local de trabalho do robozinho e dela sai outro robô que se apresenta como EVA (EVE no original; sigla para Extraterrestrial Vegetation Evaluator). A missão de EVA é encontrar e levar ao comandante da Axiom uma espécime que realiza fotossíntese, para identificar vida orgânica na Terra, provando que ainda é possível a raça humana se reestabelecer por aqui. Mas claro que não seria tão fácil assim, pois WALL•E se apaixona (pois é!) por EVA e a segue até a Axiom para poder, finalmente, ter uma namorada, o que resulta em algumas confusões típicas, mas que divertem.

iPod da 90ª Geração?O filme traz essa crítica leve ao consumismo exagerado que não se preocupa com o meio ambiente e também ao “virtualismo” nas relações humanas de hoje em dia, com a internet diminuindo o contato físico. Particularmente, acho um porre essas mensagens de “vamos-ser-bons-cidadãos”, mas neste caso acredito que tocar nesse assunto não influenciou no andamento de WALL•E. Mesmo sem falar quase nada, o robô é incrivelmente expressivo, e seu jeito curioso e atrapalhado rende algums boas tiradas. Porém, se você espera um filme engraçado como Shrek ou A Era do Gelo, se decepcionará. Piadas estão presentes, mas o roteiro está mais voltado para o romance dos dois robôs e para o problema da Terra. Se formos classificar, WALL•E transita na área da dramédia.

De qualquer forma, WALL•E é um ótimo filme pipoca, perfeito para aquele dia que você está em casa de bobeira e quer um programa rápido e fácil. Ah, e não poderia deixar de citar Presto, o divertido curta que antecede o filme principal.

Veja aqui o trailer de WALL•E